sexta-feira, 23 de julho de 2010

Primeira grande viagem a "três" - Rio de Janeiro




        Nossa, faz tempo que não posto aqui... Mas esses últimos meses foram de uma correria ímpar, por outros motivos que também serão postados neste blog, mas agora não quero falar deles. Quero falar, sim, de um das mais belas experiências que vivemos nesse um ano e sete meses que temos a graça de ter ao nosso lado o mais lindo fruto do amor.
Feliz na chegada ao Rio de Janeiro
        Meio que de repente, resolvemos viajar, até para receber novos ares, repensar metas e objetivos, e, ainda, esquecer alguns problemas meio perturbadores, e que pareciam, até então, difíceis de solucionar.

         Resolvemos ir para o Rio de Janeiro, até porque temos alguns importantes amigos naquele Estado, então seria o momento de conhecer melhor um lugar lindo, fascinante, e, ainda, rever pessoas especiais. Tudo foi resolvido meio que de última hora, mas que essa viagem foi uma das coisas loucas mais acertadas que já decidimos, ah, isso foi.


      Pela primeira vez, passamos mais de cinco dias (oito ao todo) sendo, exclusivamente, PAIS de Joãozinho, sem nenhuma outra pessoa para dar um certo auxílio. Se ele acordasse, não teria quem ficasse "um pouquinho", para mais um cochilo. Se adoecesse, nós é que teríamos que resolver tudo sozinhos. Parece bobagem, alguns podem pensar "mas pai é pra isso mesmo", mas não é bem assim.


       Como somos acostumados a viver muito em família, esse afastamento temporário da mãozinha das vovós, do vovô, da babá, das titias, pode até parecer um pouco assustador. Será que o cansaço vai complicar a viagem? Será que vamos nos arrepender?


     Ahhhh, quanta besteira. A delícia de mostrar um mundo novo a uma criança cheia de curiosidade, de vida, ultrapassa qualquer cansaço, qualquer noite mal dormida, qualquer dificuldade.


      Viajamos tranquilamente, e olhe que fomos no "bacurau" hehehhe (o vôo saiu de Recife às três da manhã). Joãozinho dormiu grande parte da viagem, chegou tranquilo, adorou o hotel, e ficou observando tudo, sempre, como quem diz: Quem sou? Onde estou?

Praia do Arpoador
Reação ao ver papai do céu.
      
      Todos os passeios foram maravilhosos, e os olhinhos dele saltavam a cada novidade. Quando viu o Cristo Redentor, não teve dúvida. Juntou as mãozinhas e imediatamente e falou "papai", com uma expressão de clara surpresa, inenarrável. Fez questão de "rezar" na Capela e deu xau a papai do céu, como quem dá a um velho conhecido.
Fifa Fan Fest - Brasil e Holanda
Ele se viu no telão e apontou :D

     O encontro com a tia Ghy e da priminha do Rio, Rafaela, também foi espetacular. Fomos na casa delas e ele se comportou como se as conhecesse a muito tempo, como se fossem velhos amigos. Tia Babi também se encantou com seus sorrisos, e Joãozinho fez questão de tirar todos os sapinhos de pelúcia que estavam na cama do lugar. Tia Dani também, uma gracinha, se encantou pelo gordinho, e grudou nele até não poder mais.

      Nossa, que delícia. Jardim Botânico, peça de teatro estreada por Luana Piovani (que quando o viu, disse: que cílios lindos!), Maracanã, praia, shoppings, Pão de Açúcar, todos os passeios foram aproveitados como se fossem os últimos de toda a viagem.
Vista do Hotel

Tirando casquinha da gatinha
Ficará pra sempre!
   

    Joãozinho aprendeu em oito dias de viagem coisas que o fizeram retornar outra criança. Uma criança mais comunicativa, mais certa do que gosta, e capaz de expressar exatamente aquilo que quer. Aprendeu a cumprimentar as pessoas, a experimentar novas comidas, a dizer que era hora de comer, a contar até 10 (de olho nos números do elevador do Hotel), a respeitar alguns pedidos da mamãe, ou seja, teve um belo salto de desenvolvimento, e o melhor, sem nada forçado, apenas "vivendo".

Criando laços de amizades

     Eu e João nos sentimos ainda mais "pais", absolutamene capazes de lidar, apenas nós dois, com situações inesperadas, como uma crise de tosse, ou uma noite mal dormida. Revezamos, conversamos, brincamos, vimos que, com amor, tudo fica fácil.

       Amigos, amigas, seguidores, leitores... Não tenham medo de enfrentar novas experiências com seus pequenos. Apesar de ser tudo tão novo, tanto para ele, como para nós, pais de primeira viagem, só é possível saber exatamente até onde podemos curtir os momentos se tivermos a coragem de enfrentá-los.

        O estímulo que damos aos nossos filhos é o móvel do desenvolvimento deles, do interesse deles pelo novo, pelo desafio, pelo mundo! Apresentem o MUNDO a seus filhos. Mostrem a eles uma pequena formiga, ou o grande astro Sol. Sintam prazer em mostrar o quão bonito é o mar, ou o quão interessante é a chuva, ensine-os a sonhar! E, o que é melhor, SONHEM COM ELES! 

                                            
 
                         Como é bom viver assim!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Claro que beleza não é fundamental, mas...

Tá, se tem uma coisa que eu jamais pensei, é que teria um filho muito bonito. Desculpe-me se vc que está lendo, por acaso, não acha Joãozinho bonito. Mas recebo tantos, mas tantos, mas tantos elogios da sua fofura, fotogenia, e simpatia, que acabei acreditando que eu tenho, sim, um filho lindo.

Claro que isso não é, nem de longe, o que mais importa, mas que é gostoso ver que seu filho é um fofíssimo, que só com sua presença, encanta a todos, ah, isso é sim! Nossa, por onde nós passamos, vem sempre um "que fofo, que gordo gostoso, que sorriso contagiante, que simpatia, que cor de cabelo linda".... E a mamãe se enchendo de orgulho, toda prosa. O papai também acha o máximo, principalmente quando dizem que Joãozinho está a cara dele!

O melhor de tudo isso é que, aliado à beleza, está a saúde perfeita, o jeito meigo e carinhoso ímpar, que faz nossos dias valerem a pena, cada minuto, cada segundo. Embora o cansaço bata às vezes, chegando até a um desânimo em ter que brincar mais um pouco com o gordinho, depois de um dia de trabalho por exemplo, tudo é superado quando a gente houve um "mamãe", um "papai", "a lua", "a bola", "titia", e outras várias palavrinhas que ele já consegue expressar, com a certeza do que significam. É incrível. É a maior prova de amor que alguém pode receber.

Ah! Mas voltando à beleza, gostaria de informar a todos que me convenci tanto de que ele é realmente lindo que o coloquei no casting de uma agência de modelos. A mesma na qual ele fez seu primeiro desfile, com apenas 09 meses, conforme está registrado na fotinho aí. Mamãe é doida mesmo, papai também, a família toda também e por aí vai!!!

O site onde está a fotinho dele é é  http://www.tcfashion.com.br/index.php?pg=6&cat=bebe&letra=j

Lindo, né? Ai ai :)

sexta-feira, 26 de março de 2010

Socialização: Excelente!!!

Hahaha, hoje tive uma felicidade, acredito que bem próxima da que se tem, quando um filho passa por média no final do ano. Bem, pelo menos eu sinto que seja parecido! E, claro, precisava compartilhar com meus amigos!
As escolas, em sua maioria, adotam uma "agenda" como um meio de papais, mamães e escola interagirem com mais facilidade. Ali fica detalhado o dia a dia do aluno, se comeu direitinho, quais atividades participou, se aconteceu algum contratempo, como evacuações fora do normal, febre, ou até mesmo briguinhas entre os coleguinhas. Tá tudo bem explicadinho lá, é só abrir a agenda, ler, e ter uma noção do que o filhote fez naquele dia.
Pois bem. Além dos detalhes a que me referi, tem também uma avaliação diária sobre a socialização dele. Até ontem, sempre vinha marcado com um X a opção "boa", que fica entre "regular" e "excelente". Ótimo, isso quer dizer que meu bebê é um BOM aluno, pelo menos no conceito da professora, que, diga-se de passagem, é apaixonada por ele (claro).
Mas hoje, quando fui ler a agenda, percebi que o X não estava no "boa"... Pensei logo, sem olhar tudo, 'eita! será que ele se desentendeu com algum coleguinha?'.

Que nada!!! A socialização, na verdade, estava com X no "EXCELENTE".

O que será que isso quer dizer?

Provavelmente, meu bebê está cada vez mais aceitando o dia a dia da escolinha, participando, interagindo, possivelmente até sorrindo mais, brincando... Nossa, como isso é bom! É um sentimento de dever cumrprido a cada dia, de metas alcançadas, de tudo de bom que se possa sentir.
Pode ser que ele receba um "regular" um dia. Mas esse "EXCELENTE", eu jamais vou esquecer  ...

quinta-feira, 25 de março de 2010

Experiências: Ir à Escola com 1 ano e um mês de idade.


Se existe uma experiência maravilhosa e terrível ao mesmo tempo, esta é a escolha e a ida do seu bebê à escola. Primeiro, visitas e mais visitas aos mais diversos estabelecimentos educacionais, com as mais variadas propostas. Verdade, alguns sem proposta nenhuma. Outros com tanta proposta que vc se sente colocando seu filho para fazer vestibular com um ano de idade. Mas tudo bem, depois de muito procurar, achamos a "Geração do Futuro", nome bastante sugestivo, para quem estava prestes a deixar a coisa mais linda da sua vida nas mãos de pessoas, a princípio, no mínimo, estranhas. Joãozinho nunca foi a criança mais "dada" do mundo. Ir para estranhos sempre foi um problema, na certa. Simpatissíssimo ele sempre foi, desde que não ousassem retirá-lo do braço da mamãe.
João comprou o material, levou, e dia 01.02, lá estava eu, sozinha, pq o papai estava em SP (pra variar isso acontece em momentos críticos) levando a minha coisa mais preciosa para a escola. O primeiro dia foi legal, passei o dia inteiro lá e como tudo era novidade, foi maravilhoso! Dá pra ver pela carinha dele né? Mas no segundo....
Eu tinha que ir deixando ele ficar com as tias. Mas ele sequer andava! Todos da sala andavam. Ele era muito frágil! Sentado, no meio de crianças que ao meu ver eram infinitamente mais velhas que ele (2 ou 3 meses) ele estava sofrendo, se sentindo rejeitado... Quando eu ousava sair da sala, ele olhava ao redor, fazia um lindo bico como que pedindo socorro, ajuda, algo do tipo. Insuportável para mim. A idéia de que o estaria abandonando não saia da minha cabeça. E esse conceito de "abandono" nunca foi bem resolvido em mim, como muitos sabem. Nossa. Depois dos meus seios rachados na amamentação, e de uma leve, mas presente, DPP, essa, com certeza, foi a pior sensação a maternidade. Mas nesse momento, a sensação não era em relação a mim. Não era eu que estava com dor, ou esgotada. Era em relação ao meu bebê. O meu bebê lindo, sendo colocado no mundo tão cedo, será que aquilo era certo, meu Deus?
Resultado: A partir do quarto dia, não fui mais. Papai chegou e assumiu a adaptação. Melhor frase: O que os olhos não vêem o coração não sente. Não que eu quisesse me eximir de culpa. Mas era LÓGICO que tudo aquilo era natural, que ia passar, e que estar numa escola, e sobretudo, poder coloca-lo em uma, com todo conforto, era uma conquista e uma decisão mais que acertada. Mas como uma MÃE iria entender isso? Vendo seu bebê, simplesmente, chorar, e dizer "mamã"?
Ah, se eu pudesse voltar atrás, não sofreria tanto. Até porque posso atestar que ele hoje é outra criança. Teve um salto de desenvolvimento impressionante. Andou logo logo, o que estava tardando a acontecer, já se comunica facilmente, sabe todas as partes do seu corpo (até então só tinhamos conseguido que ele decorasse a pitoca hehehehe), reconhece números e letras (para eles todos são 1 e A), entre outras conquistas.
Pois bem. mamães, não sigam meu exemplo. Tudo que eu escrevi é tipo "o que não se deve fazer ao tentar adaptar seu filho à escola". :)

quarta-feira, 24 de março de 2010

Bem, mas antes, quem sou eu?


Sou João Vinicius. Para os íntimos, Joãozinho. Podem me chamar também de Gordinho, Cotoquinho, Gordo, não me importo. Nasci com o propósito de nunca me preocupar com conceitos, de ser quem eu sou sempre, assim como meu pai. Mamãe já é mais preocupada com essas coisas, mas eu pretendo não ser. Nasci pequeno, tão pequeno que não parecia ter vindo de dois fofões feito mamãe e papai. Fui crescendo aos pouquinhos, num foi tão rápido assim que fiquei essa gostosura de hoje não sabe? Mas fiquei né? Quem duvida? :D Aos poucos, minha mamãe vai postar novas e antigas descobertas, à medida que ela for lembrando de tudo o que já aconteceu na minha longa caminhada de 1 ano e 3 meses, completados hoje!

Mas sabe qual a maior de todas? Mamãe saber, e sentir, que eu sou uma criança feliz. Que transparece alegria e contentamento em tudo que faz, em tudo que vive, em tudo que sonha. Algo mais importa?

Hoje, passei a gostar da minha babá do Colégio.

Hoje, pela primeira vez, Joãozinho saiu dos braços da mamãe, direto para o colinho da babá Neide, da escolinha. Fiquei muito emocionada sabe? Alguns diriam que eu deveria chorar, achando que ele não me ama tanto quanto antes, mas eu vejo de outra forma. Vejo que meu filho está se posicionando no mundo, estabelecendo novos laços, e, sobretudo CONFIANDO em outras pessoas. Isso é incrível! É desenvolvimento puro! :D
A partir de agora, farei questão de compartilhar com todos os meus amigos as descobertas do meu bebezão lindo. Pretendo que seja uma experiência legal, como também um ponto de apoio para novas mamães. Vamos lá?